Rogério Marinho diz que revogação de visto de assessor de Trump é “provocação”

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O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL), afirmou nesta sexta-feira 13 que a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de negar o visto ao assessor do governo dos Estados Unidos, Darren Beattie, representa uma “provocação” ao governo norte-americano.

A declaração foi dada em entrevista à CNN Brasil, após o anúncio feito por Lula de que o visto de Beattie para entrar no Brasil havia sido revogado.

Segundo Marinho, a decisão foi tomada de forma deliberada. “De uma forma deliberada e gratuita, faz uma provocação ao governo americano negando visto para o representante do departamento de estado dos EUA, alegando que era apenas para fazer uma visita ao Bolsonaro”, disse.

Darren Beattie, assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tinha viagem programada ao Brasil para a próxima semana. Durante a visita, ele pretendia ir à Papudinha para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A visita já havia sido revogada na quinta-feira 12 por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.

Na entrevista, Rogério Marinho também afirmou que a decisão do governo brasileiro teria relação com um episódio anterior envolvendo o governo norte-americano.

De acordo com o senador, os Estados Unidos negaram visto ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), para participar da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas no final do ano passado.

Para Marinho, a decisão do governo brasileiro “apequena os interesses do Brasil” diante da necessidade de manter relações com parceiros comerciais e políticos. Segundo ele, esse seria o caso dos Estados Unidos.

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