Taveira Júnior encara outubro sem o apoio da gestão de Parnamirim

[pro_ad_display_adzone id="26433"]

Se nos bastidores a pergunta sobre novos nomes já circula, outra inquietação começa a ganhar volume: o deputado estadual Taveira Júnior terá fôlego para a reeleição em outubro?

O cenário, desta vez, não é dos mais confortáveis. Diferente de outras disputas, Taveira entra no jogo sem um ativo que costuma pesar muito nas urnas: o apoio da gestão municipal de Parnamirim. Em política, máquina não é tudo, mas ajuda — e muito — na articulação, no território e no discurso.

Sem esse respaldo, o deputado precisará fazer o que poucos conseguem: transformar capital político próprio em voto real. É o teste da rua, do corpo a corpo e da capacidade de manter bases vivas sem o empurrão institucional.

A conta é simples: enquanto adversários caminham com estrutura, Taveira terá que compensar com presença, alianças alternativas e narrativa forte. Caso contrário, corre o risco de ver o mandato escorrer pelos dedos no meio de uma disputa cada vez mais inchada e competitiva.

A pergunta que fica não é se ele vai disputar. Isso é certo. A dúvida real é outra:

disputa em igualdade ou corre atrás do prejuízo?

Outubro não perdoa improviso. E, sem o apoio da gestão municipal, Taveira Júnior entra no pleito com menos margem para erro e mais necessidade de mostrar que o mandato tem peso além da caneta.

Na política, reeleição não é direito adquirido. É prova diária de sobrevivência.

[pro_ad_display_adzone id="26435"]
Artigo anteriorA largada de Abidene e o velho sonho de Parnamirim em Brasília
Próximo artigoHermano Morais anuncia desfiliação do Partido Verde e retorno ao MDB