RN tem o quarto maior índice de casos suspeitos de microcefalia

0
1
[url=file_search.php?action=file&lightboxID=312777][img]https://www.pascalgenest.com/istock/seriesImages/banners_featuredImages.gif[/img][/url] [url=file_search.php?action=file&lightboxID=312798][img]https://www.pascalgenest.com/istock/seriesImages/banners_women.jpg[/img][/url] abdomen of a pregnant woman

O Rio Grande do Norte é o quarto estado com maior registro de casos suspeitos de microcefalia no Brasil. Até o momento, o RN possui 47 casos, dos 520 que estão sendo apurados em todo o território nacional. Os estados de Pernambuco, Paraíba e Sergipe estão são os que registraram dados mais elevados.

Se o estado potiguar já está com um número elevados de casos, a situação está mais crítica em outros três estados do Nordeste, são eles: Pernambuco, com 268 registros, Paraíba, com 96 e Sergipe, com 54.

Além do RN e dos outros três estados citados, também há casos suspeitos de microcefalia nos estados do Piauí (27), Alagoas (10), Ceará (9), Bahia (8) e Goiás (1). Diante dos dados, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, comentou o assunto.

“Além da dengue, que mata, e da chikungunya, que aleija, temos agora o problema da zika, que causa microcefalia. É um problema de dimensões muito grande para a gente enfrentar”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Castro.

O ministro observou que medidas estão sendo adotadas e citou como exemplo a reativação de um grupo especial, criado pela primeira vez no enfrentamento da pandemia de gripe A. Formado por 17 ministérios, o grupo pretende traçar estratégias para combater o mosquito vetor das três doenças, o Aedes aegypit. “Como estamos vivendo um caso inédito, temos de criar nossas alternativas. Não há absolutamente nada na literatura internacional, daí a necessidade de se experimentar tecnologias novas.”

Entre as alternativas estudadas está à adoção de mosquito transgênico e o uso de mosquito infectado por uma bactéria, a Wolbachia. Embora promissoras, o ministro observa que tais iniciativas não estão disponíveis imediatamente.

Dengue e Chikunguya

O ministério apresentou também os números de dengue e chikungunya. Até a 45ª semana do ano, foram contabilizados 1.534.932 casos de dengue, 7% a mais do que havia sido registrado em 2013.O número de casos graves também subiu no período, alcançando 1.488 pacientes. Ao todo, foram 811 mortes. A chikungunya também aumentou de forma expressiva. Foram confirmados até agora 6.724 casos, com outros 8.926 em investigação.

“Estamos diante do desconhecido”, disse o secretário de Vigilância em Saúde, Antônio Carlos Nardi. O secretário apresentou os resultados do Levantamento de Infestação Rápida de Aedes aegypti, uma ferramenta usada pelas autoridades sanitárias para nortear as ações de controle do vetor, concentrando esforços em regiões onde há maior número de criadouros do mosquito. Este ano, o trabalho foi feito em 1.792 municípios.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui