Vereadores repudiam ataques pessoais a vice-prefeita de Parnamirim

Os ataques e ofensas pessoais contra a ex-vereadora e atual vice-prefeita de Parnamirim, Lucinha Thiago (PSD), ocorridos no início dessa semana, através de redes sociais, foram debatidos pelos vereadores na sessão ordinária desta terça-feira (1º), na Câmara Municipal de Parnamirim (CMP). Os parlamentares lamentaram os fatos e aguardam que os responsáveis sejam punidos.

Comentários difamatórios contra a vice-prefeita foram divulgados em redes sociais por perfis falsos, popularmente conhecidos como “fakes”. O assunto chegou ao Plenário da CMP através do vereador Giovani Júnior (PSD). “Temos que repudiar essas ações e nos solidarizar com a vice-prefeita. Ela foi caluniada covardemente”, disse o vereador. “E o pior, fizeram isso de forma covarde, no anonimato”, completou.

Em aparte, a vereadora Kátia Pires (DEM) afirmou que se solidariza com a vice-prefeita. “Junto-me à vossa excelência nesse repúdio. O que ocorreu foi uma calúnia, abuso e tentativa de desqualificar a vice-prefeita Lucinha”, disse. Kátia sugeriu ao vereador Giovani que fosse publicada uma nota de repúdio oficial onde todos os vereadores pudessem assinar o documento.

Também em aparte, o vereador Antônio Batista (PMDB) disse que, no passado, também foi vítima de ataques. O vereador afirmou ainda que não assinaria o documento porque não havia recebido o mesmo tratamento quando precisou, no entanto, se solidarizava com a vice-prefeita. “Me solidarizo na pessoa de Lucinha. Ela não merece esse tratamento”, explicou.

O vereador Valério Santiago (PDT) também registrou sua solidariedade à vice-prefeita e acredita que os ataques foram feitos por pessoas conhecidas. “A vice-prefeita tem minha solidariedade. Ela não merecia o que aconteceu. Tentaram denegrir a imagem dela. Esses ataques são de pessoas que a conhecem ou são pessoas manipuladas por outros”, contou.

O líder do Governo na CMP, vereador Rosano Taveira (PRB) lembrou que outros agentes políticos também estão sujeitos a sofrer com o problema. “Acho que a vice-prefeita deveria entrar com uma ação judicial. Qualquer vereador ou outra pessoa pode ser vítima desse tipo de expediente que precisa ser combatido. Quem conhece Lucinha sabe que ela é uma pessoa íntegra”, afirmou.

Já o vereador Clênio José (PV) acrescentou que é preciso a existência de leis mais rígidas para combater esse tipo de crime. “Quero me solidarizar com Lucinha. Temos que respeitar as posições ideológicas. O Brasil precisa avançar nas leis com relação à tecnologias e redes sociais. São crimes violentos. Precisa punir exemplarmente senão essas questões irão se agravar”, pontuou.

O presidente da Casa, vereador Ricardo Gurgel (PSB) apoiou a sugestão de elaborar uma nota de repúdio e lembrou que outros parlamentares são vítimas de ataques realizados por “fakes”, na internet. “Infelizmente esses episódios acontecem da forma mais covarde possível. As pessoas se escondem no anonimato, usam fakes, e tentam macular a imagem de outros”, falou.

Câmara
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