Estudo surpreende e aponta Schumacher como 9º melhor da F1

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German Ferrari driver Michael Schumacher jubilates in the pits of the Hungarian Grand Prix, 15 August 2004 in Budapest, Hungary. Michael Schumacher won the race ahead of Rubens Barrichello and Spanish Renault driver Fernando Alonso. Ferrari won the constructors world championship. AFP PHOTO FERENC ISZA

Um estudo da Universidade de Sheffield, com base em uma análise estatística, estabeleceu quem são os melhores pilotos de todos os tempos, sem a influência de seus carros. Juan Manuel Fangio seria o 1º, com Alain Prost e Fernando Alonso completando o pódio na sequência.

Em um debate que não tem fim, e que ninguém nunca será dono da verdade absoluta, uma lista de melhores pilotos da história voltou a esquentar a discussão. A Universidade de Sheffield tentou ir além das manchetes e da opinião e realizou um estudo estatístico sobre quais são os melhores pilotos da história.

Essa análise conduzida pelo Dr. Andrew Bell, do Instituto de Metodologia Sheffield, minimiza o impacto da equipe e do carro e centra-se no piloto. E, embora tenha ganhado dois títulos a menos do que Michael Schumacher, Juan Manuel Fangio é apontado no estudo como o melhor da história.

Entre os pilotos ainda na ativa, o espanhol Alonso é o mais valorizado na terceira posição, em um degrau do pódio abaixo do de Alain Prost. Sebastian Vettel (que é 10ª no geral) e Lewis Hamilton (11º) também aparecem com destaque.

Apontado por muitos como o melhor de todos os tempos, o tricampeão Ayrton Senna ficou na quinta colocação, atrás também de Jim Clark. Jackie Stewart em sexto, Nelson Piquet em sétimo, Emerson Fittipaldi em oitavo, Michael Schumacher em nono e Vettel em décimo completam o top-10. O estudo faz a ressalva de que, se Schumacher não tivesse voltado para a categoria e defendido a Mercedes, ele seria o terceiro colocado.

Dr. Bell reconheceu a dificuldade de estabelecer um ranking entre pilotos de diferente épocas: “É difícil responder à questão de quem é o melhor, porque não sabemos o grau de importância de seu talento e de seu carro”.

“O nosso modelo estatístico permite classificar e avaliar a importância relativa dos efeitos do equipamento e piloto, e há alguns resultados surpreendentes.”

Por exemplo, como o próprio Dr. Bell tem o cuidado de salientar, a ausência do tricampeão Niki Lauda entre os primeiros 100: “O relativamente desconhecido Christian Fittipaldi está no top 20 e Niki Lauda nem sequer entre os 100. Com esses pilotos correndo em diferentes equipes, seus legados poderiam ter sido diferentes”. Você concorda com a análise?

 

 

Fonte: motorsport.com

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