Daniel Alves: craque dentro e fora de campo

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Daniel Alves conheceu de perto as dificuldades da vida. Nascido de uma família pobre, em Juazeiro, na Bahia, Daniel ralou muito trabalhando na roça para ajudar os pais, seu Domingos e dona Lúcia, a criar a família.

Um técnico que entraria na sua vida e para o bem da sua carreira, José Carlos Queiroz, o levou aos 15 anos para as divisões de base do Bahia. De lá, transferiu-se para o Sevilha da Espanha. Já como lateral-direito do clube espanhol conquistou o Mundial Sub-20 pela Seleção Brasileira, em 2003.

No Sevilla, tornou-se ídolo e ficou de 2002 até 2007. Marcou época, tanto que os dirigentes relutaram muito em negociá-lo pelas quantias oferecidas, por considerá-lo o maior lateral-direito do mundo

Em 2008, sem ter mais como segurá-lo, o Sevilla o negociou com o Barcelona. Aí Daniel consagrou-se de vez. Tornou-se ídolo de uma torcida maior e apaixonada, admirado na cidade, a ponto de não poder sair às ruas para um simples passeio sem ser cercado por uma multidão de fãs.

– Gosto desse reconhecimento, do convívio com as pessoas. Elas merecem ser tratadas com carinho e atenção.

Tanta fama e idolatria não mudaram o jeito de ser de Daniel Alves. Ele continua sendo a mesma pessoa simples e despojada de vaidade. Ajuda, como pode, em ações sociais no Brasil e mostra um carinho especial com as crianças.

É este Daniel Alves que responderá na sexta-feira no facebook.com/cbf a 10 perguntas dos internautas.

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