Consultório de rua atende a moradores em situação de vulnerabilidade

Com o objetivo de assistir às pessoas em situação de rua a Prefeitura de Parnamirim, através da Secretaria Municipal de Saúde, está desenvolvendo o projeto Consultório de Rua. A ação funciona como uma ponte entre os pacientes e as unidades de saúde. Nas ruas as pessoas são cadastradas e encaminhadas para os atendimentos nas unidades . O projeto foi iniciado em junho e mais de 40 pacientes já foram contemplados. A atividade é realizada de segunda a sexta, das 14h às 20h.

O serviço inovador faz parte do plano de governo do prefeito Rosano Taveira, que tem como foco cuidar dos parnarinenses “Queremos construir uma Parnamirim mais humana. Somos uma das primeiras cidades do Rio Grande do Norte a aderir este serviço. Nossa meta é melhorar as condições de vida dessa população”, afirmou o prefeito.

O secretário de Saúde, João Albérico, falou sobre a importância da iniciativa “Os atendimentos são fundamentais para todos os indivíduos. Estamos muito felizes com o andamento do projeto. As equipes estão sendo bem recebidas na rua, onde a população está aprovando a ação”, concluiu.

O Consultório de Rua conta com uma equipe de seis profissionais: enfermeiro, psicólogo, assistente social, agentes de saúde e técnico de enfermagem. A coordenadora do projeto, Kênia Rocha, explica que todos os servidores foram capacitados para desenvolver as atividades “Realizamos um treinamento com todos os profissionais selecionados para participar do projeto. Eles aprenderam técnicas de abordagem e entenderam a metodologia da ação”, explicou.

Durante as abordagens são realizados atendimentos sociais e de saúde. A UBS de Monte Castelo é a unidade de referência para o serviço. Os pacientes cadastrados nas ruas são encaminhados para a unidade e lá recebem os atendimentos mais complexos.

Josué de Oliveira vive nas ruas há três anos. Ele aprovou o trabalho da equipe “Sempre procuro pelos assistentes aqui na praça. Eles estão me ajudando a conquistar uma vaga no albergue. Com o atendimento do consultório de rua me sinto mais acolhido”, concluiu.

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